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Natal - Festa Pagã, ou Cristianismo Biblíco.
Natal - Festa Pagã, ou Cristianismo Biblíco.

Muitas são as origens do Natal, e até certo sentido hoje ela não passa de uma festa familiar, de reunião, de reencontros e encontros.

As origens do Natal, no meu modo de ver perderam o sentido com o tempo, é certo que quando a igreja atuante da época introduziu o Natal, foi para substituir uma festa solistíca, pois os homens acreditando no deus sol, precisavam de um substituto, e aproveitando a oportunidade, já que a época era propícia, pois o cristianismo a pouco se tornará a religião oficial do imperio romano, e introduzir mais uma festividade substitutiva era ótimo, e foi exatamente o que a igreja dominante da época fez. Mas de lá para cá muitas coisas se perderam e a festa substitutiva de certo modo deixou de existir, de modo que o Natal de hoje não tem nada a ver com a festa pagã de outrora, mas não estou aqui de forma alguma defendendo a comemoração do Natal, estou apenas colocando um pensamento relativo as festividades e a sua natureza, que é uma festa pagã que veio a ser introduzida no cristianismo disso não temos duvida, pois qualquer bom livro sobre o assunto deixa isso claro, estou apenas demonstrando que a festa em si, perdeu todo o seu sentido, sendo hoje nada mais que um momento de encontro de pessoas e comércio.

Concordo que um cristão não deve de forma alguma introduzir na sua vida todas as indumentarias do paganismo da época, nem oferecer os sacrificios que na época eram sugeridos, mas também não creio que devemos ser mal educados em relação as pessoas e sim procurar orienta-las quanto ao verdadeiro Natal, que é Jesus em nossa vida todo dia.

Quanto a data "25 de dezembro", como já mencionei anteriormente era a data do solistíco, pois dia 21 de dezembro é a noite mais longa do ano, lá pelos lados do norte e o dia em que o sol estava o mais distante da terra o dia 25, e aí também ele começa a voltar a aproximar se da terra, tendo assim uma noite longa e em meio a tantas crenças o homem temia que o sol não voltasse e lhe oferecia sacrifícios e ofertas, e a igreja atuante na época não perdeu a oportunidade de substituir a data e introduzir então a festa do nascimento do Nosso Senhor Jesus, nascimento esse que é desconhecido de todos, pois a Palavra Sagrada, não menciona o dia ocorrido, apenas menciona que ocorreu e para nós cristãos é o que de fato importa, que diferença faz Ele ter nascido a 20 de abril, 25 de agosto ou qualquer outra data, na verdade nenhuma, pois o seu nascimento se deu por um único propósito: morrer na cruz.

Quanto a "menino deus", não tenho nada para falar. A única coisa que creio valer a pena é que a Palavra Sagrada, em nenhum momento trata ao Nosso Senhor Jesus, com esse título, sendo assim, esse titulo não existe e ponto final.

Agora vemos a figura do gordinho, fofinho e presenteador, conhecido em nosso Brasil, como Papai Noel, de onde ele vem? Quem ele é?

Para muitos a figura do "bom velhinho", vem de são Nicolau, pois conta a lenda que havia um antigo homem que gostava de presentear as donzelas e com o tempo todos os necessitados, e aproveitando se disso, surge no comércio a figura do presenteador, figura divulgada com maior intensidade pelos veiculos de propaganda da coca-cola, colocando a roupa vermelha e branc, cores essa da própria marca, e o fazendo conhecido por todo o mundo ocidental inicialmente e agora conhecido em todo o planeta, com o passar dos anos, a figura foi tomando outras formas, outras cores, e até outras motivações, mas ainda é muito forte as tradições que foram impostas pelas agências de propaganda da coca-cola e quase todos idealizam "o bom velhinho", da forma imposta por eles, ou seja, gordinho, fofinho, de vermelho e branco. Quanto ao polo norte, é apenas veiculação da propaganda.

As trocas de presente: Implatada com base na vida de São Nicolau, tomou diferentes caminhos e o comércio se aproveitou e vem usando esse item para semear a venda, seja entre amigos, familiares, empresas, enfim todo tipo de festividade no Natal, envolve algum tipo de presente.

Continua.

"...que te importa? Quanto a ti, segue-me" - João 21:22

O Senhor Jesus tinha acabado de dizer a Pedro que ele viveria até se tornar um idoso e então morreria a morte de um mártir. Pedro imediatamente olhou para João e perguntou em voz alta se João receberia um tratamento melhor. A resposta do Senho foi: "...que te importa? Quanto a ti, segue-me".

Lembrando da atitude de Pedro, Dag Hammarskjold escreveu: "Apesar de tudo, sua amargura, porque os outros estão desfrutando do que lhe foi negado, está sempre pronta para explodir. Na melhor das hipóteses, ela fica dormindo por uns poucos dias ensolarados. Ainda assim, mesmo neste nível indescritivelmente miserável, ela ainda é uma expressão da verdadeira amargura da morte - o fato de que aos outros é permitido continuarem vivendo".

Se levássemos a sério as palavras do Senhor, elas resolveriam muitos problemas entre o povo cristão.

É tão fácil ficarmos ressentidos quando vemos outros prosperarem mais que nós. O Senhor permite que eles tenham uma casa nova, um carro novo, um chalé perto do lago.

Outros, a quem talvez consideremos como menos devotos que nós, têm boa saúde enquanto lutamos contra duas ou três doenças crônicas.

A família ao lado tem filhos lindos que se sobressaem em esportes e no meio acadêmico. Nossos filhos são normais, do tipo mais comum.

Vemos outros crentes fazendo coisas que não temos a liberdade de fazer. Mesmo que essas coisas não sejam pecados, ficamos ressentidos com sua liberdade.

É triste dizer, mas há certa inveja profissional entre obreiros cristãos. Um dos pregadores fica ofendido porque o outro é mais popular, tem mais amigos, fica na luz do holofote. Ou outro fica irritado porque seus colegas usam métodos que ele não aprova.

As palavras do Senhor atingem todas estas atitudes indignas com força surpreendente:"...que te importa? Quanto a ti, segue-me". Como o Senhor lida com outros cristãos realmente não é da nossa conta. Nossa responsabilidade é segui-Lo em qualquer que seja o caminho que Ele escolheu para nós.

Estraído do Devocional Luz Para o Caminho - William MacDonald