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A Igreja e a Tribulação!
A Igreja e a Tribulação!

Muitas pessoas me perguntam sobre a tribulação, se a Igreja passará por ela, se não passará, enfim as pessoas mostram ter muitas dúvidas e alguns chegam a desafiar a própria Palavra de Deus com esse assunto, trazendo doutrinas que corroem a verdade e a esperança do cristão.

Entendi que seria muito útil, colocar esse pequeno estudo de C.H.Mackintosh, para que você leitor pegue sua Bíblia e faça uma análise sobre esse assunto, tão importante nos dias de hoje, que com certeza responderá cada uma de suas perguntas.

"Talvez não exista uma doutrina errônea que tenha sido mais prejudicial às almas dos filhos de Deus do que aquela professada pelos que supõem que a igreja de Deus passará pela "grande tribulação". Tal declaração subverte a revelação de Deus acerca da Igreja como corpo e noiva de Cristo, reduzindo o povo celestial ao nível de associações judaicas, e os priva de uma atitude de expectativa e anseio pela vinda de Cristo a qualquer momento. 


Tais pessoas mergulham em um ponto de vista político da vinda do Senhor, ao olharem para os acontecimentos ao invés de olharem para a Sua Pessoa, ou ao se preocuparem mais com o aparecimento do anticristo do que com o de Cristo. Desta forma, as afeições, consciência e esperança da alma ficam seriamente danificadas por tal doutrina.

Nada pode estar mais claro nas palavras de despedida que o Senhor dirigiu aos Seus discípulos antes de subir para o Pai, do que o fato de que os deixou de posse da bendita expectativa de poderem vê-Lo muito em breve. Entre a vinda do Espírito Santo e a volta do Senhor dos céus, Ele não colocou uma série de eventos que tivessem que se cumprir. Por isso nos é dito que os primeiros cristãos esperavam pelo Filho de Deus vindo dos céus.

A parte das Escrituras que tem sido pervertida para dar base à essa doutrina é Mateus 24. Porém, um breve exame dela mostrará que a "vinda" à qual os discípulos se referem, em suas perguntas ao Senhor, não era a Sua vinda para nós, mas a Sua vinda para Jerusalém, quando viremos com Ele e quando todo olho O verá descendo sobre as nuvens dos céus com poder e grande glória (Mt 23:39; 24:3). Aqueles que são ali mencionados passarão pela tribulação. Eles são os "Seus eleitos", que é um termo aplicado por Isaías ao remanescente de judeus consagrados.

As referências feitas nos versículos que se seguem mostram com clareza que se referem ao tempo da "angústia de Jacó" (Israel), o qual ele terá que passar e do qual será livrado:"no sábado" (v.20); "na Judéia" e "fujam para os montes" (v.16); "carne se salvaria" (v.22);"a abominação da desolação, de que falou o profeta Daniel" (v.15); "grande aflição (tribulação), como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem tão pouco há de haver" (v.21). Ela é precedida pela pregação do "evangelho do reino" (v.14), não pelo evangelho da graça, conforme é agora pregado. Trata-se da "hora da tentação" caindo sobre todo o mundo, da qual o Senhor promete nos salvar. "Como guardaste a palavra da Minha paciência, também Eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na Terra" (Ap 3:10).

É interessante observar que quando nosso Senhor fez referência à Sua rejeição pelos judeus - Judá e Benjamim, as duas tribos - Ele disse, "Eu vim em nome de Meu Pai, e não Me aceitais; se outro vier em seu próprio nome, a esse aceitareis" (Jo 5:43). Esta, sabemos por outras passagens, é a forma como será introduzida a incomparável tribulação, e, em justa retribuição, as próprias tribos que rejeitaram o Messias irão passar por ela. As dez tribos só serão reunidas depois disso, quando o Senhor descer dos céus (Mt 24:31)."

                                                                                                                                   (C. H. Mackintosh)

 

Caso exista em seu coração um desejo de ler mais sobre esse assunto e ter luz sobre tudo isso eu aconselho você a ler o livro "A Vinda do Senhor", do Deposito de Literatura Cristã, livro este que voce encontra no site: www.boasemente.com.br

 

Caso queira ouvir esse estudo Clique Aqui.

"...que te importa? Quanto a ti, segue-me" - João 21:22

O Senhor Jesus tinha acabado de dizer a Pedro que ele viveria até se tornar um idoso e então morreria a morte de um mártir. Pedro imediatamente olhou para João e perguntou em voz alta se João receberia um tratamento melhor. A resposta do Senho foi: "...que te importa? Quanto a ti, segue-me".

Lembrando da atitude de Pedro, Dag Hammarskjold escreveu: "Apesar de tudo, sua amargura, porque os outros estão desfrutando do que lhe foi negado, está sempre pronta para explodir. Na melhor das hipóteses, ela fica dormindo por uns poucos dias ensolarados. Ainda assim, mesmo neste nível indescritivelmente miserável, ela ainda é uma expressão da verdadeira amargura da morte - o fato de que aos outros é permitido continuarem vivendo".

Se levássemos a sério as palavras do Senhor, elas resolveriam muitos problemas entre o povo cristão.

É tão fácil ficarmos ressentidos quando vemos outros prosperarem mais que nós. O Senhor permite que eles tenham uma casa nova, um carro novo, um chalé perto do lago.

Outros, a quem talvez consideremos como menos devotos que nós, têm boa saúde enquanto lutamos contra duas ou três doenças crônicas.

A família ao lado tem filhos lindos que se sobressaem em esportes e no meio acadêmico. Nossos filhos são normais, do tipo mais comum.

Vemos outros crentes fazendo coisas que não temos a liberdade de fazer. Mesmo que essas coisas não sejam pecados, ficamos ressentidos com sua liberdade.

É triste dizer, mas há certa inveja profissional entre obreiros cristãos. Um dos pregadores fica ofendido porque o outro é mais popular, tem mais amigos, fica na luz do holofote. Ou outro fica irritado porque seus colegas usam métodos que ele não aprova.

As palavras do Senhor atingem todas estas atitudes indignas com força surpreendente:"...que te importa? Quanto a ti, segue-me". Como o Senhor lida com outros cristãos realmente não é da nossa conta. Nossa responsabilidade é segui-Lo em qualquer que seja o caminho que Ele escolheu para nós.

Estraído do Devocional Luz Para o Caminho - William MacDonald