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A Oração!
A Oração!

 

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A oração é o barômetro infalível da dependência do crente.

Essa dependência também manifestou o próprio Senhor Jesus em toda perfeição em sua vida na terra.

Tinha prazer em se retirar para permanecer em oração com Deus durante muitas horas, para isso vamos conferir em Hb 5: 7 e 8 – “O qual, nos dias da sua carne, oferecendo, com grande clamor e lágrimas, orações e súplicas ao que o podia livrar da morte, foi ouvido quanto ao que temia. Ainda que era Filho, aprendeu a obediência, por aquilo que padeceu”. Também podemos conferir Mc 1: 35 – “E, levantando-se de manhã, muito cedo, fazendo ainda escuro, saiu, e foi para um lugar deserto, e ali orava”. E também Lc 6:12 –“ E aconteceu que naqueles dias subiu ao monte a orar, e passou a noite em oração a Deus”. Disse no Salmo 109: 4 – “Em recompensa do meu amor são meus adversários; mas eu faço oração”.

Também podemos perceber que Paulo e outros apóstolos foram homens de oração. O mesmo percebemos,  na vida de Epafras em Cl 4: 12 – “Saúda-vos Epafras, que é dos vossos, servo de Cristo, combatendo sempre por vós em orações, para que vos conserveis firmes, perfeitos e consumados em toda a vontade de Deus”. E essa vida de oração, sabemos que ocorreu com tantos outros servos do Senhor. E essa vida de oração, é o segredo do êxito no serviço e na perseverança em momentos de dores, e de sofrimentos.

Uma boa utilização da armadura de Deus,  faz com que o cristão esteja capacitado paro o serviço para com os demais. Sendo assim a sua oração não deve se limitar as suas necessidades pessoais, senão, que deve se estender em favor de todos os crentes e servos do Senhor, através de incessantes intercessões, para entendermos isso leiamos Ef 6: 18 – “Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito, e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos”. Sendo assim, a oração não apenas alcança a obra do Senhor aqui em baixo, como também nos leva a combater nos lugares celestiais.

É necessário que as coisas sejam assim; porque os crentes são um, a obra é uma obra em comum, e Satanás é um inimigo comum de todos. Em conformidade com isso a epistola aos Efésios apresenta a igreja como um corpo, confira o capítulo 4:4, onde verá “um corpo e um Espírito”. Se verdadeiramente combatemos o combate conforme exposto em Efésios 6, certamente não nos esqueceremos de orar com perseverança por todos os crentes e por sua obra. Dessa maneira, no que depender de nós, guardaremos a unidade do Espírito, mantendo distancia de tudo aquilo que perturba essa unidade, frustrando assim, todos os intentos do inimigo.

                                                                  Baseado em um estudo de Walter Gschwind

"...que te importa? Quanto a ti, segue-me" - João 21:22

O Senhor Jesus tinha acabado de dizer a Pedro que ele viveria até se tornar um idoso e então morreria a morte de um mártir. Pedro imediatamente olhou para João e perguntou em voz alta se João receberia um tratamento melhor. A resposta do Senho foi: "...que te importa? Quanto a ti, segue-me".

Lembrando da atitude de Pedro, Dag Hammarskjold escreveu: "Apesar de tudo, sua amargura, porque os outros estão desfrutando do que lhe foi negado, está sempre pronta para explodir. Na melhor das hipóteses, ela fica dormindo por uns poucos dias ensolarados. Ainda assim, mesmo neste nível indescritivelmente miserável, ela ainda é uma expressão da verdadeira amargura da morte - o fato de que aos outros é permitido continuarem vivendo".

Se levássemos a sério as palavras do Senhor, elas resolveriam muitos problemas entre o povo cristão.

É tão fácil ficarmos ressentidos quando vemos outros prosperarem mais que nós. O Senhor permite que eles tenham uma casa nova, um carro novo, um chalé perto do lago.

Outros, a quem talvez consideremos como menos devotos que nós, têm boa saúde enquanto lutamos contra duas ou três doenças crônicas.

A família ao lado tem filhos lindos que se sobressaem em esportes e no meio acadêmico. Nossos filhos são normais, do tipo mais comum.

Vemos outros crentes fazendo coisas que não temos a liberdade de fazer. Mesmo que essas coisas não sejam pecados, ficamos ressentidos com sua liberdade.

É triste dizer, mas há certa inveja profissional entre obreiros cristãos. Um dos pregadores fica ofendido porque o outro é mais popular, tem mais amigos, fica na luz do holofote. Ou outro fica irritado porque seus colegas usam métodos que ele não aprova.

As palavras do Senhor atingem todas estas atitudes indignas com força surpreendente:"...que te importa? Quanto a ti, segue-me". Como o Senhor lida com outros cristãos realmente não é da nossa conta. Nossa responsabilidade é segui-Lo em qualquer que seja o caminho que Ele escolheu para nós.

Estraído do Devocional Luz Para o Caminho - William MacDonald