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Sobre a Recepção Inicial
Sobre a Recepção Inicial

 

Obrigado por sua pergunta, e acredito ser interessante, que também demos uma olhadela na aceitação do batismo, e depois falaremos sobre a participação a ceia do Senhor, ou seja, na comunhão expressa entre os santos em todas as assembléias.

Como esse é um assunto bastante adequado a todas as assembléias dos santos, creio ser interessantes lermos o capítulo 9 de Atos dos Apóstolos, e assim aprendermos a sujeição e a responsabilidade para tal.

Antes devemos nos assegurar que no inicio, não encontramos nenhum ensinamento a não ser a liberdade de receber a todos os convertidos, percebemos isso meditando em Atos 2: 41, percebemos claramente que naqueles dias a autoridade era tal, que um como o casal, Ananias e Safira, foram expostos a vergonha e a morte pela mentira detectada. Algo já não tão implacável hoje.

Um pouco mais adiante, ainda temos o ensino de Simão, o mágico que tentou comprar o poder do Espírito Santo, então já podemos assim detectar que a mistura já se fazia evidente até ao ponto de chegarmos na “Grande Casa” que encontramos em II Timóteo 2, e assim ficamos esclarecidos que devemos buscar a comunhão com “aqueles que de coração puro invocam o Senhor”.

Mas agora que conseguimos fazer essa introdução, podemos voltar as nossas vistas para Atos 9 e aprendermos algo desse texto através da vida do apóstolo do gentios.

O que percebemos primeiramente é que em relação ao batismo, quando um que se diz salvo, desejar passar pelas águas do batismo, a decisão deve ser baseada em um individuo ou mais, dando testemunho de paz sobre a situação, pois aprendemos que apesar do temor de Ananias, At 9: 13,14, ouviu a voz do Senhor e confiou plenamente naquilo que o Senhor lhe falou, mostrando assim, que tinha uma vida de oração e podia discernir a voz do Senhor, At 9: 15 a 18, assim sendo, a responsabilidade do batismo cabe ao individuo que será batizado e mais um, ou uns, que tenham paz sobre esse batismo.

Agora poderemos contemplar a admissão no partir do pão, assim sendo introduzido a comunhão expressa por todos os santos a mesa do Senhor. Quando Saulo, se dirige a Jerusalém, encontra resistência da parte dos irmãos, Ato 9: 26, e precisa do testemunho vivo de um terceiro, ou seja, de Barnabé, que compartilha aos irmãos sobre a sua conversão e evidente mudança de vida e atitude, e assim, passa a andar com eles em toda a Jerusalém, Atos 9: 28, assim aprendemos que o testemunho individual apenas não é suficiente para ser recebido para partir o pão, e sim precisamos que alguém de testemunho de nossas vidas, podendo ser assim, um ou mais irmãos a fazer isto, irmãos que tenham conhecimento de nossa conduta e maneira de viver, e assim, se colocando favorável a nossa recepção, e após toda a assembléia se colocar de acordo, o irmão poderá ser recebido.

Nada mais se faz necessário após essa conduta, sendo as outras atribuições que alguns colocam, como desnecessárias, para não dizer legalismo ou exagero.

Espero que tenha colaborado.

"...que te importa? Quanto a ti, segue-me" - João 21:22

O Senhor Jesus tinha acabado de dizer a Pedro que ele viveria até se tornar um idoso e então morreria a morte de um mártir. Pedro imediatamente olhou para João e perguntou em voz alta se João receberia um tratamento melhor. A resposta do Senho foi: "...que te importa? Quanto a ti, segue-me".

Lembrando da atitude de Pedro, Dag Hammarskjold escreveu: "Apesar de tudo, sua amargura, porque os outros estão desfrutando do que lhe foi negado, está sempre pronta para explodir. Na melhor das hipóteses, ela fica dormindo por uns poucos dias ensolarados. Ainda assim, mesmo neste nível indescritivelmente miserável, ela ainda é uma expressão da verdadeira amargura da morte - o fato de que aos outros é permitido continuarem vivendo".

Se levássemos a sério as palavras do Senhor, elas resolveriam muitos problemas entre o povo cristão.

É tão fácil ficarmos ressentidos quando vemos outros prosperarem mais que nós. O Senhor permite que eles tenham uma casa nova, um carro novo, um chalé perto do lago.

Outros, a quem talvez consideremos como menos devotos que nós, têm boa saúde enquanto lutamos contra duas ou três doenças crônicas.

A família ao lado tem filhos lindos que se sobressaem em esportes e no meio acadêmico. Nossos filhos são normais, do tipo mais comum.

Vemos outros crentes fazendo coisas que não temos a liberdade de fazer. Mesmo que essas coisas não sejam pecados, ficamos ressentidos com sua liberdade.

É triste dizer, mas há certa inveja profissional entre obreiros cristãos. Um dos pregadores fica ofendido porque o outro é mais popular, tem mais amigos, fica na luz do holofote. Ou outro fica irritado porque seus colegas usam métodos que ele não aprova.

As palavras do Senhor atingem todas estas atitudes indignas com força surpreendente:"...que te importa? Quanto a ti, segue-me". Como o Senhor lida com outros cristãos realmente não é da nossa conta. Nossa responsabilidade é segui-Lo em qualquer que seja o caminho que Ele escolheu para nós.

Estraído do Devocional Luz Para o Caminho - William MacDonald