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Me Ajude a Encontrar o Lugar
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Caro irmão, gostaria que esta te complete de paz e gozo e que o encontre em perfeita saúde, e que o Espírito Santo possa esclarecer toda dúvida.

Caso queira ouvir a minha resposta em vídeo Clique Aqui

Vamos lá:

Basicamente a mesa aberta se refere a um grupo de pessoas que compreendem a posição da ceia, que encontramos em I Co 11, onde um crente é responsável por julgar a si mesmo, e depois participar, veja que não é para não participar, se tem algo em mim que me condena, devo abandonar isso, me corrigir e participar da ceia, mas não compreende a posição da mesa do Senhor que encontramos em I Co 10, onde temos a expressão da comunhão, que nos mostra nossas relações, nós não podemos estar à mesa do Senhor e a mesa dos demônios, leia I Co 10 para refletir, (clique aqui para saber mais), lá tem uma boa explicação sobre a mesa e a ceia do Senhor. Sendo assim, recebem quem quiser participar sem nenhum critério, e ainda que alguns locais, não ajam assim, pois usam critérios bem definidos, o fato de outros não terem, faz com que todos os participantes estejam envolvidos, vamos a um exemplo:

João (Ilustrativo) participa da cidade X, e lá usam critérios bem definidos, então ali não participa qualquer um, mas Pedro (ilustrativo) é da cidade Y, e lá participa qualquer um, pois lá o critério é apenas I Co 11, e cada um é responsável por si, em certa ocasião, Pedro vai visitar a João, e como são irmãos participam juntos na cidade X, então essa participação expressou comunhão entre X e Y, e se caso ocorrer de João ir visitar Pedro, a situação é a mesma e expressa comunhão da mesma maneira, e em Ageu 2, sabemos que tocar em algo imundo nos deixa imundo, assim sendo, todos participam da comunhão por um lado com critério e por outro sem critério. Espero que tenha compreendido.

 

Quanto a restauração, ou chineses, ou local, ou seja, o nome que for, como pode ser restaurado, algo que o Senhor diz que é "GRANDE CASA", onde as doutrinas dos apóstolos não valem nada, pois tudo é apenas relativo e histórico, e temos que lembrar que a igreja professa caminha para a "GRANDE BABILONIA" do Apocalipse, bem creio que a restauração está cada dia mais próximo de uma denominação ou seita, pois algumas delas usam até um livrinho no lugar da Bíblia.

 

Deixemos para trás os pensamentos humanos e vamos nos deter ao que a Palavra fala, a verdade é que existe um corpo e isso você já compreendeu, existe um lugar e esse lugar é celestial, pois a carta de Paulo dirigida a Éfeso, diz que estamos nas regiões celestiais, o que queremos agora é encontrar "aqueles que de coração puro invocam o Senhor", ou seja, ninguém tem o direito histórico de dizer a "mesa está conosco", mas infelizmente houve no passado um rompimento, pois sempre onde o homem coloca a mão acaba em ruína e uns tomam a posição histórica e outros entendem que a "mesa" pertence ao Senhor e é celestial, e vou contar um pouco a minha história para que entenda e tome a sua decisão pela Palavra, mas não tenha pressa, pois Paulo, diz para não impormos as mãos precipitadamente, e isso nos fala de irmos devagar, analisar, e também fala que devemos prestar culto racional, ou seja, tudo tem que ser com inteligência. 

Caro irmão, em torno de quinze anos atrás (1998), eu estava envolvido com grupos que falam do evangelho do reino, não sei se já ouvir falar, não irei citar nomes, aos poucos comecei a compreender a doutrina dos apóstolos e entendi claramente que tinha que encontrar "aqueles que de coração puro invocam o Senhor", como um bom estudante, e pai de 4 filhos, nessa época nasceu meu último filho, e não queria tomar uma decisão precipitada, minha vida era difícil, pois tinha uma livraria evangélica e como o cristianismo apostata ou judaizante depende disso para sobreviver, e não queria mais estar envolvido com esses costumes, tive que fechar a loja e fui tentar a vida em outro ramo. Conheci assim, os irmãos abertos, os fechados, os super fechados, os "irlandeses", que são do único cálice e extremamente fechados, inclusive com roupas e tal, os chineses, que naquele tempo era conhecido por "igreja local", hoje nem sei mais como são conhecidos, os que crêem que a "mesa" está posta e não pertence a ninguém, é exclusivamente do Senhor e os da restauração, que  acreditam que a igreja, como casa de Deus nessa terra, deixará de ser “grande casa” e será manifestada em perfeição e dominará a terra com Jesus no governo. Não vou contar cada erro que encontrei e vou me ater em apenas a minha escolha, baseada nas escrituras. Mas para isso preciso lhe explicar algumas coisas.

Sobrou então apenas dois e foi muito difícil para mim, confesso que demorou dois anos, para que eu tomasse uma decisão e creio que acertei.

Estudei aqueles que tomam a posição histórica e sua mesa totalmente exclusiva, que toma para si, que a mesa lhes pertence, e creio que tirando o fato dessa situação e o fato de trazer para si que a "mesa lhes pertence", no resto não vi nada que os desabone, e os amo, e tenho alguns conhecidos que participam com eles, mas um fato não me permitiu estar com eles, e é exatamente isso que quero lhe contar com mais detalhes para que possa meditar e perceber o erro que já lhe expliquei anteriormente, que é não reconhecer que a "mesa" pertence ao Senhor e dizer que uma pessoa, esteja onde estiver, mesmo que ande na doutrina dos apóstolos, conheça as escrituras, seja salvo, se não estiver na comunhão com eles, não está à mesa do Senhor, e isso para mim é sectarismo, pois todo verdadeiro salvo, que anda na doutrina dos apóstolos (veja que não falo de uma denominação, estou falando de um que já entendeu o caminho da separação, que é o seu caso), que ainda não encontrou "os que de coração puro invocam o Senhor", está à mesa do Senhor, pois a mesa LHE pertence, se caso esse salvo encontrar os que "de coração puro invocam o Senhor" e negar de querer andar com eles, manifestará assim, que de fato ainda não entendeu totalmente a doutrina dos apóstolos, pois estará negando a unidade do Corpo de Cristo, na figura de Casa de Deus, manifestada hoje como Grande Casa, tomando essa posição, reconheço que o Senhor vai tratar com ele, e assim, posso dizer que infelizmente não está em Sua mesa e sim em uma mesa de homens ou até de demônios como encontramos em I Co 10.

Bom, simultaneamente enquanto estudava os princípios dos da “mesa nossa”, que é como chamo a esses, estudava também esses que reconhecem a "mesa" como do Senhor, e que os salvos verdadeiros e que andam na doutrina dos apóstolos (lembrando mais uma vez, que falo de um como você, que já entendeu o caminho da separação), estão a "mesa" e quando encontrarem "os que de coração puro invocam o Senhor", com prazer seguirão  juntos, e a partir de então, tomarão parte juntos no partir do pão e estarão juntos a mesa do Senhor, pois a Ele pertence. Sendo que já havia dois anos, e junto com mais três pessoas partia o pão em minha casa, decidimos com esses partir o pão desse momento em diante e continuar assim, proclamando a verdade da unidade do Corpo de Cristo, vou explicar agora algumas situações. Por sermos irmãos de diferentes culturas, pois estamos espalhados pelo mundo todo, muitos de nossos costumes culturais são diferentes, mas a doutrina dos apóstolos é única e todos os lugares só aceitam no partir do pão com carta de recomendação ou com carta viva, ou seja um outro irmão que temos comunhão apresentando.

Vamos às diferenças culturais, que se da no cotidiano e nos costumes locais, nunca na doutrina dos apóstolos e em como se reunir. Existem aqueles que são um tanto radicais com a aparência, existem outros que são mais liberais, existem aqueles que praticam esportes, mas tem aqueles que acreditam ser isso perda de tempo, tem os que gostam de terno e gravata e os que não usam terno e gravata, tem os que usam jóias e tem os que não usam jóias, uns gostam de cantar, tocar fora das reuniões, e outros não, enfim, na esfera periférica, cada um é responsável, mas na esfera da doutrina dos apóstolos pensamos exatamente igual.

Para finalizar, andamos juntos, pensamos as mesmas coisas na palavra de Deus, nas coisas culturais nos suportamos uns aos outros, nas coisas que edificam compartilhamos, nas que não edificam não devemos nem mencionar. E assim tenho caminhado desde o final do ano 2000, quando parti o pão com eles pela primeira vez, e hoje conheço irmãos em todo o Brasil e no mundo, e se quiser caminhar conosco, com certeza o Senhor conduzirá, inclusive temos um jovem que vive sozinho no Paraná a uns 300 km de Curitiba, e a cada dois meses mais ou menos se encontra com irmãos e parte o pão, e quando está sozinho no primeiro dia da semana, lê a Palavra, canta e medita, pois a Bíblia nos ensina que precisamos ter no mínimo dois para termos uma reunião e partirmos o pão.

Um grande abraço e espero que tenha ajudado, e independente de sua decisão, que sei que é muito difícil, pode contar comigo sempre.

"...que te importa? Quanto a ti, segue-me" - João 21:22

O Senhor Jesus tinha acabado de dizer a Pedro que ele viveria até se tornar um idoso e então morreria a morte de um mártir. Pedro imediatamente olhou para João e perguntou em voz alta se João receberia um tratamento melhor. A resposta do Senho foi: "...que te importa? Quanto a ti, segue-me".

Lembrando da atitude de Pedro, Dag Hammarskjold escreveu: "Apesar de tudo, sua amargura, porque os outros estão desfrutando do que lhe foi negado, está sempre pronta para explodir. Na melhor das hipóteses, ela fica dormindo por uns poucos dias ensolarados. Ainda assim, mesmo neste nível indescritivelmente miserável, ela ainda é uma expressão da verdadeira amargura da morte - o fato de que aos outros é permitido continuarem vivendo".

Se levássemos a sério as palavras do Senhor, elas resolveriam muitos problemas entre o povo cristão.

É tão fácil ficarmos ressentidos quando vemos outros prosperarem mais que nós. O Senhor permite que eles tenham uma casa nova, um carro novo, um chalé perto do lago.

Outros, a quem talvez consideremos como menos devotos que nós, têm boa saúde enquanto lutamos contra duas ou três doenças crônicas.

A família ao lado tem filhos lindos que se sobressaem em esportes e no meio acadêmico. Nossos filhos são normais, do tipo mais comum.

Vemos outros crentes fazendo coisas que não temos a liberdade de fazer. Mesmo que essas coisas não sejam pecados, ficamos ressentidos com sua liberdade.

É triste dizer, mas há certa inveja profissional entre obreiros cristãos. Um dos pregadores fica ofendido porque o outro é mais popular, tem mais amigos, fica na luz do holofote. Ou outro fica irritado porque seus colegas usam métodos que ele não aprova.

As palavras do Senhor atingem todas estas atitudes indignas com força surpreendente:"...que te importa? Quanto a ti, segue-me". Como o Senhor lida com outros cristãos realmente não é da nossa conta. Nossa responsabilidade é segui-Lo em qualquer que seja o caminho que Ele escolheu para nós.

Estraído do Devocional Luz Para o Caminho - William MacDonald