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Três Ofertas, Três Respostas!
Três Ofertas, Três Respostas!

Estive pensando nas ofertas de Faraó a Moises no Egito e me vejo diante de três ofertas que o mundo nos oferece constantemente e precisamos da convicção que teve Moises para rejeitar a cada uma delas.

 

Em Êxodo 8: 25 e 26, lemos o seguinte, “Então chamou Faraó a Moisés e a Arão, e disse: Ide, e sacrificai ao vosso Deus nesta terra. E Moisés disse: Não convém que façamos assim, porque sacrificaríamos ao Senhor nosso Deus a abominação dos egípcios; eis que se sacrificássemos a abominação dos egípcios perante os seus olhos, não nos apedrejariam eles?”. Se pensarmos um pouco vemos aqui a oferta para que vivamos no mundo, sujeitando-nos as situações que o mundo oferece: sua política, seu entretenimento, sua posição social, seus amigos, seus prazeres, enfim ele nos convida através de Faraó do Egito a nos envolvermos com tudo que o mundo tem de melhor, a ponto de pensarmos que estamos adorando a Deus em meio ao caos que se nos apresenta, tomemos cuidado para não sermos enganados, pois tudo que há no mundo é inimizade contra Deus.

 

Lendo o versículo 27, podemos aprender muitas coisas, pois ele nos fala de separação: “Deixa-nos ir caminho de três dias ao deserto, para que sacrifiquemos ao Senhor nosso Deus, como ele nos disse.”. Se meditarmos aqui vemos que o caminho é reflexo de  distância, que também nos fala da morte e ressureição, dizendo que nada mais temos com o mundo, pois deixamos tudo para trás nessa caminhada, e ao passarmos pela morte, estamos dizendo que nada mais queremos desse mundo que é contrário a vontade de Deus, e assim, nos distanciamos do mundo e de tudo aquilo que para o mundo é bom. Amados, três dias de caminho de deserto de um lado nos fala da morte e ressureição, mas de outro nos fala de andarmos distante do mundo, pois três dias de caminhada, são aproximadamente 180 quilômetros, baseados em uma caminhada de 6 km por hora, durante 10 horas por dia. Que essa primeira lição esteja em nosso coração, para que não sejamos enganados e nos aproximemos do mundo, de forma que sejamos atraídos por sua concupiscência e caíamos no erro. Enfim todos nos que passamos da morte para a vida, passamos pelo batismo e proclamamos com nossas vidas que somos testemunhas do Senhor Jesus, vivamos de modo digno da vocação que fomos chamados.

 

Seguindo o meu pensamento quero agora que leiamos Êxodo 10: 9 a 11, “E Moisés disse: Havemos de ir com os nossos jovens, e com os nossos velhos; com os nossos filhos, e com as nossas filhas, com as nossas ovelhas, e com os nossos bois havemos de ir; porque temos de celebrar uma festa ao Senhor. Então ele lhes disse: Seja o Senhor assim convosco, como eu vos deixarei ir a vós e a vossos filhos; olhai que há mal diante da vossa face. Não será assim; agora ide vós, homens, e servi ao Senhor; pois isso é o que pedistes. E os expulsaram da presença de Faraó.”. Sempre com astucia o mundo tenta nos enganar e aqui, vemos a Faraó, dizendo “vão vocês adultos, as crianças não precisam ir, pois para elas vai ser apenas canseira e enfado”, infelizmente muitos pais pensam dessa forma, e não incentivam a seus filhos a estarem presentes nas reuniões, a lerem a Bíblia diariamente, não os ensinam a andar com Deus e a conhecerem os Seus mandamentos e o pedido de Deuteronômio 6: 6 a 9, fica deixado de lado e assim seus filhos caminham vagarosamente em direção ao mundo, e quando são questionados sobre as coisas concernentes ao reino de Deus, nada sabem dizer, porque não O conheceram e assim muitos pais se angustiam nos dias em que seus filhos se tornam adultos, pois não caminham a luz da Palavra de Deus. Então fica aqui um alerta na resposta de Moises a Faraó, não deixem seus filhos quando forem à presença do Senhor, que eles os acompanhe em toda a caminhada, pois tudo que é bom para você em relação a Deus é bom para seus filhos.

 

O meu terceiro pensamento está em Êxodo 10: 24 a 26, “Então Faraó chamou a Moisés, e disse: Ide, servi ao Senhor; somente fiquem vossas ovelhas e vossas vacas; vão também convosco as vossas crianças. Moisés, porém, disse: Tu também darás em nossas mãos sacrifícios e holocaustos, que ofereçamos ao Senhor nosso Deus. E também o nosso gado há de ir conosco, nem uma unha ficará; porque daquele havemos de tomar, para servir ao Senhor nosso Deus; porque não sabemos com que havemos de servir ao Senhor, até que cheguemos lá.”. Aqui podemos contemplar as situações que governam a nossa vida financeira, pois o conselho de Faraó nos faz pensar que nossa vida financeira não pertence ao Senhor, que podemos fazer a bel prazer e ganhar a vida financeira de qualquer jeito, e até sem ter um caráter correto, pois ele nos incentiva a ter uma vida diante do Senhor, sem nossos bens. E aqui muitos de nós temos agido assim, retemos o que pertence ao Senhor, nos preocupamos apenas com as coisas do mundo, com nossas necessidades pessoais, nos esquecemos das necessidades dos outros, não sustentamos missionários, retemos as nossas finanças, nunca ofertamos, somos mesquinhos, egoístas e vemos somente as nossas necessidades, criamos em nós um espirito de comiseração, e usamos isso, para justificarmos a nossa mediocridade. Que possamos agir e responder como Moises, dizendo que tudo o que temos de bens será usado para adorar e ofertar ao Senhor. Pois nossa vida aqui é resultado do que somos diante de Deus e um dia chegaremos lá naquele lugar maravilhoso onde iremos estar diante dEle para sempre.

 

Assim, termino esse estudo e que ele possa falar em vosso coração.

 

Julio

"...que te importa? Quanto a ti, segue-me" - João 21:22

O Senhor Jesus tinha acabado de dizer a Pedro que ele viveria até se tornar um idoso e então morreria a morte de um mártir. Pedro imediatamente olhou para João e perguntou em voz alta se João receberia um tratamento melhor. A resposta do Senho foi: "...que te importa? Quanto a ti, segue-me".

Lembrando da atitude de Pedro, Dag Hammarskjold escreveu: "Apesar de tudo, sua amargura, porque os outros estão desfrutando do que lhe foi negado, está sempre pronta para explodir. Na melhor das hipóteses, ela fica dormindo por uns poucos dias ensolarados. Ainda assim, mesmo neste nível indescritivelmente miserável, ela ainda é uma expressão da verdadeira amargura da morte - o fato de que aos outros é permitido continuarem vivendo".

Se levássemos a sério as palavras do Senhor, elas resolveriam muitos problemas entre o povo cristão.

É tão fácil ficarmos ressentidos quando vemos outros prosperarem mais que nós. O Senhor permite que eles tenham uma casa nova, um carro novo, um chalé perto do lago.

Outros, a quem talvez consideremos como menos devotos que nós, têm boa saúde enquanto lutamos contra duas ou três doenças crônicas.

A família ao lado tem filhos lindos que se sobressaem em esportes e no meio acadêmico. Nossos filhos são normais, do tipo mais comum.

Vemos outros crentes fazendo coisas que não temos a liberdade de fazer. Mesmo que essas coisas não sejam pecados, ficamos ressentidos com sua liberdade.

É triste dizer, mas há certa inveja profissional entre obreiros cristãos. Um dos pregadores fica ofendido porque o outro é mais popular, tem mais amigos, fica na luz do holofote. Ou outro fica irritado porque seus colegas usam métodos que ele não aprova.

As palavras do Senhor atingem todas estas atitudes indignas com força surpreendente:"...que te importa? Quanto a ti, segue-me". Como o Senhor lida com outros cristãos realmente não é da nossa conta. Nossa responsabilidade é segui-Lo em qualquer que seja o caminho que Ele escolheu para nós.

Estraído do Devocional Luz Para o Caminho - William MacDonald