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João 3:16
João 3:16

Acabo de recordar e escrever uma linda história de amor que atingiu meu coração um dia. Segue abaixo:

"Certa tarde de outono em uma pequena cidade da Europa, um garoto oferecia balas aos passantes em uma esquina da vila de operários. Fazia frio e a noite não demoraria a chegar. Um guarda que fazia sua ronda diária, observava a cena e acompanhava de longe o garoto. Aos poucos foi se aproximando e como percebeu que o garoto não tinha muito exito em suas vendas perguntou como ia o trabalho e se tinha conseguido vender alguma coisa. O menino triste e cabisbaixo respondeu que não e que acreditava que o frio atrapalhava as vendas, pois as pessoas estavam apressadas para voltarem para suas casas. Diante disso o guarda lhe pergunta onde morava e como voltaria para casa. O que para surpresa do Guarda ele respondeu dizendo que morava em uma outra cidade e como não tinha vendido nada, não tinha como voltar para casa e já estava cansado, com fome e frio. O guarda que era um cristão verdadeiro lhe disse então que sabia de um local que ele com certeza poderia dormir, bem como comer uma sopa quente e se esconder do frio. Bastava que seguisse as suas instruções. O que o menino respondeu afirmativamente, perguntando o que devia fazer. Assim o guarda lhe orientou a descer alguns quarteirões e quando chegasse em frente de uma casa grande com portões brancos devia bater na porta e quando fosse atendido devia dizer: "João 3:16", o que o garoto fez imediatamente. Chegando lá agiu como o guarda lhe falará e quando uma senhora idosa lhe atendeu disse as palavras que aprenderá "João 3:16". Assim foi recebido com carinho, tomou um banho, ganhou um prato de sopa e ela lhe indicou uma cama com cobertas para dormir. Já passada algumas horas chega o filho daquela senhora, que era ninguém mais que o próprio guarda. Pela manhã quando o garoto acordou viu o guarda tomando café e assim se dirigiu a ele e perguntou o que fazia ali. Assim ouviu a resposta que ali era sua casa, onde morava com sua jovem esposa e sua mãe, aquela que lhe atendeu no dia anterior. O guarda depois do café seguiu para seu trabalho e o menino ficou ali comendo e pensando no que ocorrerá no dia anterior. Quando a senhora idosa chegou, correu até ela e lhe fez muitas perguntas. E entre elas, perguntou o que significava "João 3:16", nesse momento chegou a jovem esposa e junto com sua bondosa sogra explicou as escrituras ao menino, começando pelo texto de "João 3:16". Depois de ouvir a mensagem do amor de Deus, o menino disse que gostaria de ser salvo pelo Senhor Jesus, e passou a visitar a casa da família frequentemente. Hoje ele é um adulto salvo e muitos guardas como aquele continuam a falar de "João 3:16" até hoje.

E com certeza você que está ouvindo ou lendo essa história acaba de conhecer um desses guardas.

"...que te importa? Quanto a ti, segue-me" - João 21:22

O Senhor Jesus tinha acabado de dizer a Pedro que ele viveria até se tornar um idoso e então morreria a morte de um mártir. Pedro imediatamente olhou para João e perguntou em voz alta se João receberia um tratamento melhor. A resposta do Senho foi: "...que te importa? Quanto a ti, segue-me".

Lembrando da atitude de Pedro, Dag Hammarskjold escreveu: "Apesar de tudo, sua amargura, porque os outros estão desfrutando do que lhe foi negado, está sempre pronta para explodir. Na melhor das hipóteses, ela fica dormindo por uns poucos dias ensolarados. Ainda assim, mesmo neste nível indescritivelmente miserável, ela ainda é uma expressão da verdadeira amargura da morte - o fato de que aos outros é permitido continuarem vivendo".

Se levássemos a sério as palavras do Senhor, elas resolveriam muitos problemas entre o povo cristão.

É tão fácil ficarmos ressentidos quando vemos outros prosperarem mais que nós. O Senhor permite que eles tenham uma casa nova, um carro novo, um chalé perto do lago.

Outros, a quem talvez consideremos como menos devotos que nós, têm boa saúde enquanto lutamos contra duas ou três doenças crônicas.

A família ao lado tem filhos lindos que se sobressaem em esportes e no meio acadêmico. Nossos filhos são normais, do tipo mais comum.

Vemos outros crentes fazendo coisas que não temos a liberdade de fazer. Mesmo que essas coisas não sejam pecados, ficamos ressentidos com sua liberdade.

É triste dizer, mas há certa inveja profissional entre obreiros cristãos. Um dos pregadores fica ofendido porque o outro é mais popular, tem mais amigos, fica na luz do holofote. Ou outro fica irritado porque seus colegas usam métodos que ele não aprova.

As palavras do Senhor atingem todas estas atitudes indignas com força surpreendente:"...que te importa? Quanto a ti, segue-me". Como o Senhor lida com outros cristãos realmente não é da nossa conta. Nossa responsabilidade é segui-Lo em qualquer que seja o caminho que Ele escolheu para nós.

Estraído do Devocional Luz Para o Caminho - William MacDonald