Visite Nossa Página no Youtube


Rating: 2.8/5 (42 votos)




ONLINE
1





Partilhe este Site...







Total de visitas: 667311
Deixe o Mestre Tocar
Deixe o Mestre Tocar

 

"ROGO-VOS, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional."
Romanos 12:1
 
Felix Mendelssohn-Bartholdy, o famoso compositor, certa vez visitou a Catedral de Freiburg para ouvir o organista tocar. Após ouvir o recital, ele se levantou e se dirigiu ao organista e pediu permissão para tocar. O velho musicista, não sabendo quem estava lhe pedindo não confiou nele e nem queria lhe deixar tocar nas partituras. Por fim, o organista concordou e permitiu que aquele estranho tocasse.
 
O instrumento logo produziu uma música de tal qualidade que só poderia ter vindo das mãos de um mestre. Extasiado, o velho organista colocou as mãos sobre os ombros do compositor  e exclamou: "Quem é você? Qual é o seu nome?" - Mendelssohn, ele respondeu. Espantado, o organista começou a se desculpar e disse: "Será possível !! Quase impedi Felix Mendelssohn a tocar esse orgão!"
 
Isso se parece muito com o modo que nós cristãos tratamos nosso Senhor e Mestre, Jesus Cristo. Por meio do Filho de Deus, nós nos tornamos uma nova criação ao nós arrependermos e crermos. Ele tem recebido, por assim dizer, um instrumento que é destinado a ressoar louvores e honrar a Deus. Porém, ao invés de deixa-Lo produzir o que está em harmonia com a Sua vontade, ou seja, de colocarmos nossas vidas incondicionalmente nas mãos de Deus, a nossa vontade própria impede que Deus nos use. 
 
O resultado e a desarmonia, uma "desafinação total" e constante, isto é, uma vida não alinhada com Deus.
 
Caro amigo, gostaria muito que eu e você meditemos profundamente nisso e deixemos que o Nosso Deus nos use como instrumento em sua orquestra e com certeza veremos o "som" pefeito que será produzido através de nós e o quanto estaremos contribuindo para a "harmonia" de toda a orquestra.
  

"...que te importa? Quanto a ti, segue-me" - João 21:22

O Senhor Jesus tinha acabado de dizer a Pedro que ele viveria até se tornar um idoso e então morreria a morte de um mártir. Pedro imediatamente olhou para João e perguntou em voz alta se João receberia um tratamento melhor. A resposta do Senho foi: "...que te importa? Quanto a ti, segue-me".

Lembrando da atitude de Pedro, Dag Hammarskjold escreveu: "Apesar de tudo, sua amargura, porque os outros estão desfrutando do que lhe foi negado, está sempre pronta para explodir. Na melhor das hipóteses, ela fica dormindo por uns poucos dias ensolarados. Ainda assim, mesmo neste nível indescritivelmente miserável, ela ainda é uma expressão da verdadeira amargura da morte - o fato de que aos outros é permitido continuarem vivendo".

Se levássemos a sério as palavras do Senhor, elas resolveriam muitos problemas entre o povo cristão.

É tão fácil ficarmos ressentidos quando vemos outros prosperarem mais que nós. O Senhor permite que eles tenham uma casa nova, um carro novo, um chalé perto do lago.

Outros, a quem talvez consideremos como menos devotos que nós, têm boa saúde enquanto lutamos contra duas ou três doenças crônicas.

A família ao lado tem filhos lindos que se sobressaem em esportes e no meio acadêmico. Nossos filhos são normais, do tipo mais comum.

Vemos outros crentes fazendo coisas que não temos a liberdade de fazer. Mesmo que essas coisas não sejam pecados, ficamos ressentidos com sua liberdade.

É triste dizer, mas há certa inveja profissional entre obreiros cristãos. Um dos pregadores fica ofendido porque o outro é mais popular, tem mais amigos, fica na luz do holofote. Ou outro fica irritado porque seus colegas usam métodos que ele não aprova.

As palavras do Senhor atingem todas estas atitudes indignas com força surpreendente:"...que te importa? Quanto a ti, segue-me". Como o Senhor lida com outros cristãos realmente não é da nossa conta. Nossa responsabilidade é segui-Lo em qualquer que seja o caminho que Ele escolheu para nós.

Estraído do Devocional Luz Para o Caminho - William MacDonald